Vai rolá o adultério!
Pãran... pãnpãran-pãran-pãran.
É, é funk. So what?
Por exemplo, hoje passei 3 horas discutindo com um "suposto" culto (um filósofo metido a besta ou um besta metido a filósofo... vice-versa tanto faz, dá no mesmo), sobre "fetiches da burguesia".
Escutar Funk? É fetiche da burguesia.
*e vai descendo, descendo, perdendo a linha devagar e vai subindo, subindo, ela não para de dançar*
Imagina o absurdo que é guriazinhas da Zelite Branca desse país cantando "Eu só quero é ser feliz, Andar tranquilamente na favela onde eu nasci, ééééé".
*passa passa esfrega nela [pe-pe-pega o sabãozinho]*
Claro que não chega nada perto de uma boa música sbørniana.
*eu sei que pode ser que
cair nao caia
doer nao doa
sofrer nao sofra
mas mesmo que seja assim
eu quero igual
mas muito mais
vou me perder no labirinto da ilusão
de lá nao vou sair com as maos abanandooo
sem encontrar aquilo que não conheci...
alguém pode dizer que, nao tem porque
mas tambem nao, tem porque nao
entao pois que seja assim
que seja aqui
que seja já!
haverá sempre uma pergunta a responder
um tanto de invenção, na realidade
enquanto isso eu continuo a procurar...*
Mas cara, de boa. Existe música mais escrota que Funk?!
Não.
Mas velho, tu te diverte escutando Mozart?! Tu rebola a bundinha, bota a mão no joelinho e o dedo na boquinha escutando Ludwig van Beethoven?
Eis o mistério da fé.
*Tem culpa eu tem culpa a cátiaaaaaa?!?!?!*
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Um comentário:
eu rebolo até o chão (chão-chão-chão-chãochãochão) e me esfrego nos homens ouvindo chopin.
mas, francamente, dedo na boquinha é coisa de puta.
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